Objetivo Geral

Promover o entendimento interdisciplinar de longo prazo sobre a dinâmica espacial e temporal da restinga e das lagoas costeiras; das características funcionais das espécies, incluindo preditores de invasões biológicas, e a influência de fatores ambientais, como as mudanças climáticas; ampliando o entendimento sobre a interação do sítio com o entorno considerando a dimensão humana; além de aplicar novas metodologias de monitoramento para abordar questões atuais, como a contaminação por plástico na biota dos compartimentos aquático e terrestre.

Questões Científicas / Objetivos Específicos

– Qual o efeito da vegetação sobre o ciclo hidrológico e as concentrações e fluxos de carbono na restinga?

– Qual o efeito de interações simbióticas fundamentais ao restabelecimento da vegetação de restinga?

– Desenvolvimento de metodologias de monitoramento por Sensoriamento Remoto e Fotogrametria para avaliação dos parâmetros que determinam a dinâmica das formações abertas em restinga.

– Como as espécies de vertebrados (mamíferos, répteis, anfíbios e peixes) do PNRJ respondem às mudanças ambientais locais e globais?

Quais as causas e consequências da distribuição de peixes Cyprinodontiformes nativos e invasores na planície costeira do Norte Fluminense?

Podemos antecipar preditores de sucesso de invasões biológicas a partir da geoespacialização de atividades humanas?

Como UC, o Sítio RLaC está livre de lixo? Monitoramento e quantificação de “macro” lixo a partir de metodologias inovadoras com dados geoespaciais obtidos por drones

Existe incorporação de microplástico nas cadeias alimentares terrestre e aquática do Sítio RLaC?

– O Sítio RLaC pode ser considerado uma área úmida?

– Existem padrões espaciais e sazonais entre a composição das águas (aporte fluvial, salinidade, carbono e estado trófico) e a diversidade bacteriana em lagoas de um gradiente de impactos antrópicos?

 – Quais são as contribuições de práticas educativas escolares aos esforços de conservação ambiental do Sítio RLaC?